Autor: Rodrigo Valente

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Primeiros passos para investir no Vale do Silício


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No terceiro dia de viagem, o grupo do IEE teve a oportunidade de conhecer os principais procedimentos para se investir no Vale do Silício. Ricardo Sondermann, consultor da 818 que lidera o grupo, faz um relato das visitas realizadas:


KEATING CONSULTING – Selo de qualidade para investidores e startups.

A KEATING presta serviços de gestão financeira, contabilidade e governança para empresas startups no primeiro estágio. Normalmente as empresas surgem de ideias de engenheiros, físicos, médicos, ou seja, profissionais brilhantes que sabem muito de seus produtos ou serviços, mas têm pouco tempo, paciência ou a atenção necessária para o duro trabalho administrativo.

Esteban Angeleti, caxiense e residente em SF após seu MBA nos recebeu e explica a KEATING como sendo a apólice de seguro para a startup e especialmente para o investidor. A empresa prepara a startup em seu RH, finanças e accounting, preparando-as para as próximas rodadas de investimento.

Ela serve como referência para investidores e “se uma empresa está com a KEATING, o investidor se sente seguro para seguir aportando capital, tempo e dedicação de mentoria”.

Um ponto de suma importância é a montagem dos term sheets, ou seja, os planos de vendas e trocas de participações e a estruturação do equity. “Muitas vezes a startup acaba passando tanto de sua participação que o fundador ou perde a motivação, ou se transforma num simples funcionário ou mesmo é demitido de sua própria empresa”.

A KEATING é um selo de qualidade para todos envolvidos no negócio. Foi assim para HDMI e Snapchat, por exemplo.


PREFEITURA DE SAN FRANCISCO – DEPARTAMENTO LATIN SF – Welcome to SF

Francisco Franco é um mexicano que trabalhava na embaixada do México. De tanto trazer gente ao vale, mudou de lado da rua, agora é o responsável pela atração de investimentos de toda a América Latina para a cidade.

– “O Vale do Silício é um estado de espírito. Não é uma região”.

Nada mais simples e direto. Não é só tecnologia que vem à SF, por exemplo: existe agora um time de futebol, o SF Delta, um investimento paulista.

Segundo Francisco, Brasil e México tem corporações maduras suficientes para se instalar em SF. Muitas empresas do vale hoje sofrem pressão de seus funcionários, a maioria jovem, para estar em SF pois a “vida no vale é chata”. San Francisco não é uma cidade conservadora, mas é tradicional. Logo, o mercado de construção civil avança mas não na velocidade para atender o fluxo entrante. A cidade está andando para cima, subindo em altura e isto é uma discussão constante.

Para finalizar, Francisco disse que “uma semana em São Francisco parece um mês, um mês, parece um ano”. Nada mais correto. Eu sinto exatamente isso agora.


UPSTART – Empréstimos online

Na UPSTART, assinamos um NDA, ou um acordo de confidencialidade. O que podemos dizer é que é uma empresa financeira que faz empréstimos abaixo dos custos de mercado dos bancos tradicionais, com 3 a 5 anos para pagar. Todo o processo é on line e o mercado principal são jovens entre 20 a 30 anos.

“Crédito sempre é dado se olhando o passado das pessoas. Nós olhamos o futuro dela”.

Um banco, sem cara de banco, composto por jovens extremamente competentes. A pessoa mais velha do prédio inteiro era eu.

Os tempos já mudaram. Que bom.

 

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Uma perspectiva de sucesso do Brasil


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No segundo dia de viagem ao Vale do Silício, Ricardo Sondermann e o grupo do IEE puderam conhecer pessoas e instituições do Brasil que estão se destacando no cenário de empreendedorismo mundial. Abaixo, Ricardo compartilha um relato sobre cada visita:

CONSULADO DO BRASIL EM SF – Um governo.com

Quando se contata o governo brasileiro a expectativa é de que se mergulhe em burocracia e negativas. Fomos recebidos por Gloria Hunt, trade officer, que veio da iniciativa privada para fazer do consulado uma rede de networking.

Gloria descreveu as empresas do vale como aquelas que valorizam a meritocracia, a colaboração entre todos (dono, sócios e todos os funcionários estão ligados no sucesso da empresa), o espírito de time, o casual look (se você vê alguém de gravata, ele é de algum governo), o conceito de benefícios para todos, a cultura do investidor como sendo um parceiro especialista que quer o sucesso da empresa para vende-la e fluxo de ideias – todos têm, mas uma empresa “são várias ideias que param de pé”.

– “Aqui as pessoas gostam de trocar experiências. Antes de qualquer contato, estude a pessoa, a empresa, pergunte, conte sobre você, dê e você vai receber. Se você só tirar, não vai durar”, disse Gloria ao grupo do IEE.

Gloria sugere que o melhor caminho é passar um tempo no vale para aprender, conhecer novas possibilidades, tecnologias e trazer para os negócios no Brasil. O brasileiro é curioso, ávido por novidades e nosso mercado é gigante e pouco explorado.

Bom ver que existe um governo.com.


PLUG&PLAY – Silicon Valley in a Box

Na recepção da Plug&Play uma tela passa informações e uma foto despretensiosa. 50 pessoas comemorando a saída da incubadora pois estavam indo para seu primeiro imóvel próprio. Quem? O Google.

Nos anos 80, uma família de refugiados iranianos saidos do Irã dos Aiatolás começa a vida vendendo tapetes. A empresa cresce e num depósito muito grande lhes sobra espaço. Ali, começam a dar pequenos espaços para compatriotas, como eles, e depois para pequenas empresas que estão começando a vida e não tem como pagar estruturas maiores. Nasce então a incubadora de mais de 1700 startups que estão mudando o mundo.

A P&P tem como negócio principal a aceleração de empresas através de investimento, compartilhamento de espaços onde empresas de todos os tamanhos se mostram, abrem negócios, compram participações, trocam informações e tecnologia. Ela realiza mais de 600 eventos abertos e fechados. Um evento interessante é o Executive in Residence, quando CEOs das principais empresas do mundo passam dias ou uma semana lá, atendendo a todos e conhecendo o que estão desenvolvendo.

As empresas que vão para lá surgem de clubes de empreendedorismo das principais universidades americanas. São divididas em áreas de interesse: mobilidade, hospitalidade e lazer, saúde e bem-estar, internet das coisas, varejo e marcas, alimentação e agribusiness, novos materiais e packings, fintech, mídia e seguros.

A lista das empresas que passaram por lá é enorme, mas tem alguns como Dropbox, Paypal, Google, entre outras.

O que não imaginávamos é que uma estrutura pesada como o Banco do Brasil pudesse estar no vale, instalada na Plug&Play. Pois, justamente, para poder acompanhar e participar da revolução exponencial, o BB montou uma incubadora de projetos internos. Quaisquer funcionários do banco podem propor projetos, que em sendo aprovados, estas pessoas são trazidas para cá por um período de 3 meses para colocar a ideia em pé. Aqui, trabalham sem a hierarquia do Brasil e abrem a cabeça. Por aqui já passaram duas turmas.

Vilmar Grüttner, head da operação, um simpático catarinense e torcedor do Figuera resume bem: “no Brasil a gente tem que fazer um bolo. Tem camadas, leva tempo e quando fica pronto, a festa acabou. Aqui a gente faz cupcakes, são rápidos, gostosos e resolvem a festa”.

Outra empresa brasileira presente na Plug&Play é o Banco Original. O Original partiu para a disrupção do mercado bancário. Diga-se de passagem, o Brasil está muito à frente dos EUA em termos de tecnologia e procedimentos bancários. Surgido com capital do Grupo JF, o banco teve com seu primeiro presidente, o atual ministro Henrique Meirelles, e tem como objetivo ser um banco totalmente digital, ser um API, onde toda a TI está diretamente ligado ao presidente.

A tecnologia é o banco.


HYPERCUBES – O scanner da terra

Fundada em 2015, a HYPERCUBES está incubada dentro da Singularity University e está construindo a próxima geração de satélites de observação da Terra, habilitados por inteligência artificial.

Serão 80 satélites do tamanho de uma caixa de sapato, cada um deles cobrindo o planeta a cada 90 minutos, gerando 100TB de informações por passagem. Toda a informação será guardada nos satélites, ou seja, acima “da nuvem”. A informação que volta a Terra são as análises feitas pelo próprio dispositivo.

O que ele informa? Dados sobre vegetação, estágios de plantio, composição da terra, necessidade de adubagem, minerais presentes na superfície e na profundeza, presença de água, em suma: a HYPERCUBES informa online o que a terra pode e está produzindo e o que há para ser minerado.

Fábio Teixeira, o brasileiro fundador da empresa, montou ela na Singularity pois “em 2050 seremos 10 bilhões de pessoas, que nos impõe perguntas de como vamos nos alimentar, produzir energia, obter água limpa e assim por diante”.

Pois é, um grande brasileiro vai produzir estas respostas para o mundo.

 

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How to make money, na visão do Vale do Silício


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No primeiro dia de viagem ao Vale do Silício, em missão realizada para o IEE (Instituto de Estudos Empresariais), Ricardo Sondermann teve dois encontros muito interessantes, relatados abaixo:

OUTSOURCE BRAZIL

Robert Janssen, titular da OSB nos recebeu em dos escritórios da Wework (coworking no centro da cidade), quando vez um histórico sobre o Vale e como e porque se transformou no que é hoje. O terremoto de 1906, que destruiu San Francisco, explica a resiliência do povo; as constantes ondas de imigração permitiram uma cultura aberta e estimulante e a decisão de William Shockley, inventor do transistor, de trazer sua empresa para perto da casa de sua mãe no vale, foram alguns dos pontos que juntos, formaram a cultura e os negócios por aqui. Soma-se aqui a decisão de Leland Stanford, em 1891, de não doar dinheiro para Harvard e resolver fazer sua própria universidade. A soma da resiliência, conhecimento, multiculturalismo e liberdade de empreender, fez do Vale do Silício, o que ele é hoje.

A América tem um conceito interessante. Aqui a expressão é to make money. Make é fazer. Fazer é diferente do que ganhar dinheiro. Não é só semântica, é filosofia.

Robert fez uma profunda explicação de como devem ser apresentados projetos para a busca de financiamento, onde e para quem. Brevemente os 10 pontos para um pitch bem feito são:
– Seja legível; você tem 5 minutos para vender sua empresa.
– Conte uma história: storytelling é tudo.
– Sempre seja simples, fale na perspectiva do cliente.
– Reforce o óbvio. Isso é óbvio.
– Foco no prospect.
– Apresente-se bem.
– Termine com um sumário, resuma o que, porque, para quem e quanto.

Robert, que é um “amerioca”, um americano crescido no Rio, resume que o brasileiro tem o DNA para o sucesso. Para ter sucesso você tem que ter: expertise, compromisso & confiabilidade e flexibilidade & criatividade. Nos falta “desenterrar o Nelson Rodrigues”, disse bem ele.

A OUTSOURCE BRAZIL é uma consultoria que apresenta e orienta empresas para entrarem e se estabelecerem no Vale e San Francisco. Para finalizar destacou que as empresas hoje precisam ter um MVP (minimum viable product) com 3V’s:: viabilidade, valor e validação.

500 STARTUPS

A 500 é uma das mais importantes aceleradoras do mundo. Seus fundos de investimentos já atingiram cerca de 1.700 empresas, em 60 países. No Brasil já foram 40 empresas aceleradas com investimentos cujos percentuais variam. Muitas empresas por aqui nos pedem para assinar NDA’s, ou acordos de confidencialidade. Infelizmente, muito do que foi dito não podemos contar, mas a 500 está no Brasil e pode ser acessada diretamente por quem tiver interesse.

Mas, do que podemos contar, foi apresentada a estrutura de funding de uma startup, que começa no investidor semente e pode, ao longo da vida da empresa até um provável IPO, passar por até 5 rodadas de crescimento de capital, dependendo do seu valor de mercado. O ciclo da startup parte da análise do produto ou serviço, sua escalabilidade de mercado e de projeção e realização de faturamento e lucro. A empresa precisa, em um momento não muito tarde de sua vida, gerar o elbow, ou cotovelo. É o momento da exponencialidade, quando ela começa a crescer de forma acelerada em vendas, penetração de mercado até uma possível (ou não), disrupção de mercado.

A 500 é um fundo de aceleração de empresas com um crescimento de mercado exponencial. Foi uma lição de mercado e visão ultramoderna de negócios.

Para os próximos dias, estão previstas visitas ao Consulado do Brasil, na aceleradora Plug & Play, na Prefeitura de São Francisco e na incubadora UpStart’s.

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818 volta o Vale do Silício em missão para o IEE


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Entre 20 a 24 de Fevereiro, Ricardo Sondermann está levando um grupo de 15 membros do IEE (Instituto de Estudos Empresariais), incluindo o Presidente e diretores, para uma viagem de estudos e conhecimento à San Francisco e ao Vale do Silício. O objetivo da viagem é compreender o ambiente de negócios do Vale onde a liberdade de empreender tem gerado organizações de crescimento exponencial.

O roteiro vai possibilitar entender como surgiu este ambiente de negócios, a filosofia por trás da exponencialidade e como o setor público incentiva o setor privado através das visitas à Outsourcing Brazil, Consulado do Brasil, Camara de Comércio de San Francisco e SFYimby. Serão visitadas aceleradoras, incubadoras e parque tecnológicos, para compreender como se dá o financiamento nas diversas fases; investidor anjo, crowdfunding, semente e private equities (500 Startups, Plug&Play, Keating Consulting e Upstart). O grupo visitará empresas consolidadas (Github e Drumwave/Moebio) e participará de um pitching day de startups para investidores (Keiretsu Forum). Por fim, será realizada uma visita especial na Universidade de Stanford com um grupo da Adam Smith Society, para um colóquio de discussões liberais.

“Se já existe a máquina do tempo, ela é um vôo entre Porto Alegre e San Francisco”.

Artigos e publicações, Reconhecimento, Todas as notícias

Artigo publicado na revista Comunicação & Sociedade


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O consultor da 818, Rodrigo Valente, teve seu artigo “Um caminho de superação pedagógica: os Naipes da Comunicação como dispositivos de atenção“, escrito em parceria com o prof. Dr. Fábio Hansen, publicado na revista científica Comunicação & Sociedade – na edição do mês de dezembro. O artigo aborda os temas Economia de Atenção, Criatividade e Educação, utilizando o jogo “Naipes da Comunicação” como um dispositivo para obter melhores resultados na percepção dos estudantes.

O jogo foi um experimento realizado na ESPM-Sul, em 2013, e que resultou em um apresentação de ambos os autores no Confibercom, em Portugal, no ano de 2014. Comercialmente, a 818 vem utilizando jogos de carta, baseados em Poker Texas Hold’em, tendo como exemplo mais recente a atividade realizada para o Shopping Iguatemi de Porto Alegre.

Para uma leitura completa, o artigo está disponível neste link:  Um caminho de superação pedagógica: os Naipes da Comunicação como dispositivos de atenção | Hansen | Comunicação & Sociedade

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Consultor da 818 ministra curso para a Intelbras


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Nos dias 12 e 13 de dezembro, Rodrigo Valente ministrou o curso “Análise e Desenvolvimento de Produto“, para gestores da Intelbras, em Palhoça/SC, representando a área In Company da ESPM-Sul. Com duração de 16 horas, o curso apresentou todas as etapas necessárias para a criação, desenvolvimento e lançamento de produtos. Os temas abordados foram:

  1. O que caracteriza um novo produto. Conceitos e visões.
  2. Principais etapas para o desenvolvimento de produtos.
  3. O ciclo de vida do produto.
  4. O sucesso e o fracasso no desenvolvimento de produtos.
  5. Como selecionar ideias para novos produtos?
  6. Como estudar o comportamento do consumidor?
  7. Um overview rápido sobre desenvolvimento e teste de conceito.
  8. Criação de briefings de comunicação.
  9. Como evidenciar uma proposta de valor sobre o novo produto.
  10. O processo de adoção pelo consumidor.

No final do curso, os grupos apresentaram trabalhos feitos em aula com soluções diretamente relacionadas às áreas em que atuam.

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Reconhecimento, Todas as notícias

Simers & 818: cinco distinções no RS e no Brasil


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A campanha de comunicação integrada “RS Contra Aedes”, realizada pelo Simers (Sindicato Médico do Rio Grande do Sul) com o apoio da 818, recebeu duas distinções regionais importantes.

No dia 27 de outubro, o sindicato recebeu o prêmio TOP Cidadania 2016, promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RS), na Categoria Organização. A campanha contou com comercial, materiais promocionais impressos, assessoria de imprensa, ações educativas com crianças em fase escolar e ampla cobertura das mídias tradicionais e digitais. Para mais informações sobre este prêmio, acesse o site do Simers.

No dia 16 de novembro, a campanha foi novamente vencedora da categoria Mudando Paradigmas, do Prêmio TOP DE MARKETING, da ADVB/RS, em sustentabilidade. Na mesma premiação, o Simers foi o vencedor da categoria Eficácia da Comunicação, em comunicação integrada, com a campanha “Desejos para a Saúde”. Por fim, recebeu o TOP SAÚDE pela campanha “Desejos para a Saúde”. Os cases, assim como as informações sobre os prêmios, podem ser acessados em http://forumdatransformacao.hospedagemdesites.ws/site/top-de-marketing/.

Ainda em novembro, o Simers foi finalista do Prêmio SHARE – principal premiação nacional de marketing digital, pelo case “Desejos para a Saúde”, na categoria campanha. O projeto de comunicação integrada, que contou com o apoio em todas as etapas da 818, disputou o prêmio com outros dois cases: da Fox e da W3Haus.

 

Palestras e eventos, Todas as notícias

Sondermann participa de colóquio na Guatemala


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Entre 12 e 14 de Outubro, Ricardo Sondermann participou de um Colóquio organizado pela Universidade Francisco Marroquin (www.ufm.edu) e pelo Liberty Fund (http://www.libertyfund.org). A UFM é uma universidade privada na Guatemala que baseia todos seus cursos na construção de um mundo livre, baseado nos ideais do liberalismos clássico e o Liberty Fund é um think tank que promove os textos liberais em todo o mundo.

O tema das discussões foram textos retirados de dois livros de Adam Smith – A teoria dos Sentimentos Morais e A Riqueza das Nações. O grupo com 15 participantes de diversos países da America Central (Guatemala, Costa Rica, El Salvador e Honduras), América do Sul (Argentina, Chile, Peru, Brasil e Colombia), além de México e Estados Unidos trocou ensinamentos, experiências e ideias em seis painéis de 1h30 cada, sobre:

– A decência da ação individual;
– Os sentimentos decentes e inapropriados;
– O sistema de virtude moral;
– O sistema de liberdade natural;
– Os sistemas de economia política e
– Os gastos corretos de um governo livre.

Estes colóquios permitem profundas reflexões sobre a ação dos indivíduos, a moralidade dos Governos e os sistemas que permitem o maior crescimento do indivíduo, da sociedade e como devem ser os  governos.

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Consultor da 818 ministra novos cursos de MBA


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Nos meses de agosto e setembro, Rodrigo Valente ministrou diferentes disciplinas nos cursos de MBA da ESPM-Sul. Pelo terceiro ano, lecionou a disciplina de Gestão das Relações com o Ambiente Externo, para gestores de escolas públicas. O objetivo do curso foi orientar os profissionais para o uso da comunicação para tornar as escolas menos vulneráveis. Ao todo foram 3 sábados, do dia 6 a 20/8, com 8 horas de aula cada. No fim do curso, os participantes apresentaram projetos de comunicação para dirimir problemas de percepção entre seus públicos e suas organizações.

Também no mesmo mês, Rodrigo Valente ministrou a disciplina de Crossmedia para o MBA de Marketing Digital, com o objetivo de apresentar o contexto atual da comunicação e as novas narrativas oriundas da convergência das mídias. Os participantes concluíram o curso realizando videocases sobre seus projetos.

Já em setembro, foi a vez do curso de Gestão de Comunicação com o Mercado, aos sábados, do dia 24/9 a 08/10. Nesta disciplina, os alunos conheceram o panorama atual da comunicação, seus principais desafios e aprenderam uma metodologia para elaboração de planejamento de comunicação integrada. No final do curso, apresentaram projetos para suas empresas com apoio de um grupo de colegas.

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Pitching na Singularity University


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De volta a Singularity University, Ricardo Sondermann participou do GSP ou Grand Singularity Pitch. Um evento de encerramento de um programa de 10 semanas onde pessoas de todo o mundo, estudantes, cientistas, empresários se inscrevem para uma imersão profissional. O objetivo é que estas pessoas criem empresas e negócios que possam prosperar e impactar um bilhão de pessoas. São 25 grupos que apresentam seus projetos e dos quais 5 são selecionados para fazer o pitch final para potenciais investidores.

Nesta seleção foram apresentadas as seguintes start-ups:
1. AFRIJI – refrigeradores de baixo custo para regiões sem energia elétrica constante.
2. BASEPAWS – partindo da ideia de que nós e nossos animais de estimação dividem o mesmo código genético, ela relaciona nosso genoma com cães e gatos para prevenir doenças (www.basepaws.com).
3. UDEXTER – um orientador de carreira e plataforma de educação para aqueles que serão deixados para trás pela disupção dos negócios. Exemplo: o que podem fazer os motoristas de taxi que foram deixados para trás pelo Uber? (www.udexter.com).
4. NUTRIGENE – Desenvolverá medicamentos para diabetes em mulheres grávidas que não afetem seus bebês.
5. REBEAM – Transmissão de energia elétrica gerada por painéis solares através de satélites que irão refletir a energia para lugares sem rede de distribuição efetiva.
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818 visita a sede do Google


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No terceiro dia de atividade no Vale do Silício, Ricardo Sondermann esteve em três importantes empresas que atuam com o conceito de exponencialidade. Uma delas foi a sede do Google. Abaixo, segue o relato de Ricardo sobre as visitas.

TiE ENTERPRISE
“Fomos recebidos pela diretora, Sra. Vanklesh Shukla. A Tie (Transform India Enterprise) é uma organização formada à 25 anos atrás com a intenção de preparar executivos indianos para ocuparem posições de presidência em empresas globais. Agora, Google, Citibank, entre outros, têm CEOs indianos. Hoje ela se ocupa de fazer intercâmbio e relações entre empresas start-ups de todo o mundo com investidores e outras empresas maiores, para a troca da experiências e geração de negócios. É uma organização privada que têm seu funding por contribuições espontâneas de até U$ 1.500 por ano por pessoa.”

OUTSORCE BRAZIL
“Robert Jenssen se auto intitula “amerioca”. Um americano que passou sua adolescência no Brasil e trabalha para proporcionar a internacionalização de empresas e start-ups brasileiras no Vale do Sílicio. Ele utiliza diversas ferramentas próprias para avaliar o potencial dos pretendentes e gera o Powerfit, ou seja, o que esta empresa pode esperar e o que ela deve fazer para estar pronta para receber funding de VC (Venture Capital) no vale.”

GOOGLE
“Fomos recebidos por cerca de duas horas pelo Pedro “Pierre” Cintra, um brasileiro que está há dez anos na empresa e está no departamento financeiro. Mas não se pode esperar dele aquele tratamento com um homem de finanças tradicional. A Google têm cerca de 65 mil funcionários em todo o mundo mas sua filosofia de trabalho faz com que todos sejam a empresa. Um alto astral e no coração um lema: “Inove ou morra!”. Segundo Pedro, inovação não se faz por decreto, por isso o ambiente deve propiciar que ela possa evoluir organicamente.

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“Imagine um mundo onde a maioria das organizações fosse o melhor dos mundos para se trabalhar? Imagina o que poderíamos fazer”. O ambiente que tanto faz a Google famosa surgiu quase que por acaso. Como a empresa estava longe de restaurantes e as pessoas trabalham em horários muito diferentes, surgiu a ideia (vinda da necessidade) de proporcionarem comida, acomodações, chuveiros, enfim, tudo aquilo que uma pessoa precisa sem perder tempo de deslocamento.

Pedro reforçou que o mais importante na empresa é o recrutamento de pessoas incríveis e que “o que funciona aqui é a meritocracia”. São feitas avaliações semestrais, chamadas de 360º. Chefes avaliam funcionários e vice-versa, inclusive com avaliações cruzadas entre departamentos que se relacionam. Estão todos conectados, logo todos são colaborativos.

Em resumo, o GOOGLE trilha 3 caminhos:
– Foco no usuário: aquilo que voce gosta e se acostuma, vira lugar comum e precisa ser melhorado.
– Liberdade: Horários, conversas, trocas de áreas, Beer&Demos (reuniões com uma cervejinha).
– 10X – o que podemos fazer para sermos 10x melhores. Deste pensamento surgem ideias, algumas dão certo, outras não, mas serão aperfeiçoadas e terão sucesso. Exemplos disso são o Google Glass, Google Car (self-driving cars), Smartcity e a digitalização de todos os livros do mundo.

Depois demos uma caminhada no lugar, lojinha, essas coisas que turistas adoram fazer…”