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Os 7 sentidos da comunicação para o bom líder


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Este artigo da HSM é muito legal e sugiro a leitura na íntegra, mas vai aí um rápido resumo:

http://www.hsm.com.br/editorias/lideranca/os-sete-sentidos-da-comunicacao-para-o-lider-do-futuro

A sinestesia, o sétimo sentido, é que transformará e fará diferença nas pessoas, nos ambientes e no mundo corporativo. 

Líderes devem estar à frente, serem superiores em consciência e elevação espiritual, devem abrir caminhos, iluminar mentes, dar o exemplo, sendo coerentes, para motivar, incentivar e estimular novos comportamentos em seus liderados. A figura do líder é importante em qualquer organização, pois sua competência em comunicação condiciona a empresa ao sucesso ou ao fracasso.

Portanto, o desenvolvimento dos sete sentidos para a Comunicação na Liderança é de suma importância para qualidade de vida e longevidade corporativa. O principal requisito do líder contemporâneo é a comunicação.

O desafio é arrebatar líderes e organizações aos novos tempos da Comunicação pela conquista da consciência superior que visa à qualidade de vida, harmonia nos relacionamentos interpessoais e, sobretudo, da vida equilibrada de negócios e finanças para a sustentabilidade empresarial.

O ser humano possui cinco sentidos fundamentais, com os quais se relaciona e se comunica e percebe o mundo. São eles: audição, olfato, paladar, tato e visão.

O sexto sentido, que corresponde a uma sensibilidade extra-sensorial correspondente à espiritualidade. A espiritualidade é a característica dos líderes que os tornam pessoas sensíveis, espiritualmente sábias e essencialmente comunicativas. Por serem mais sensíveis, esses líderes podem conjugar os cinco sentidos, contando com uma percepção extra-sensorial do mundo ao seu redor.

É o sentido que impulsiona. É com ele que se aborda e solucionam-se vazios de razão de vida e de valor. É ele que usamos para desenvolver valores éticos e crenças que vão nortear nossas ações. O espírito que tem como pilar a ética, construída com base em valores universais, possui fortalecimento do caráter, inspiração para a qualidade das intenções, atitudes e ações.

À visão inovadora desses seis sentidos adiciona-se o sétimo sentido – a sinestesia.

A sinestesia aborda a consciência do novo líder e a sua essência. Para ilustrar a definição de sinestesia, invariavelmente temos que retomar os seis sentidos abordados antes, para uma visão integrada das capacidades sensoriais.

O Sinestésico tem a ver com aqueles individuos, que são “sensoriais”, ou seja, capazes de fundir ou misturar diferentes sentidos. Por exemplo, conseguem ouvir atentamente o outro, olham nos olhos, demonstrando interesse e empatia, sentem o próximo pelo olfato, e pelo tato, o que amplia o entendimento. Essas capacidades dos sentidos humanos tornam a percepção mais aguda, afinada e integral elevando a capacidade comunicacional.

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O que eu digo, os outros entendem?


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“Comunicar-se bem demanda antes de tudo aprender a ouvir e compreender a intenção do outro, inclusive pelo o que não é falado”. Nesta matéria publicada na HSM a pergunta é bem direta: “A comunicação nas lideranças: eu falo, tu interpretas…” (http://www.hsm.com.br/blog/2011/04/a-comunicacao-nas-liderancas-eu-falo-tu-interpretas/)

Muitas vezes pensamos algo, nos expressamos de uma forma e somos entendidos de outra. Segundo pesquisa realizada pela DMRH, empresa de consultoria em recursos humanos, “47,9% dos profissionais brasileiros estão insatisfeitos com a comunicação no trabalho e 60% não entendem quais são as suas metas dentro da empresa.”

Este ruído, do que pensamos ter dito e o que realmente foi entendido por nossas equipes é responsável pelo sucesso ou o fracasso de nossas ações empresarias e a aplicação das decisões estratégicas. Dar o recado exato do que precisamos fazer é fundamental, mas nem sempre fácil, por isso, a administração da direção da comunicação é cada vez mais importante

 

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Na crise, sempre existem oportunidades.


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Nesta matéria da FOLHA ON LINE de 15.07.12 (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/54647-crise-abre-espaco-para-revolucao-criativa-no-pais.shtml) vemos mais um exemplo de bons negócios que surgem nas crises. Em 2008 a Islândia quebrou. Por sinal, sugiro o filme “Inside job”(Trabalho Interno), que analisa a crise de 2008 de forma fantástica. Mas bem, a Islândia quebrou completamente, mas a vontade de dois empresários do ramo da moda não os impediu de apostar e ir em frente.

Um diagnóstico de mercado que levou em conta a percepção do mercado ajudou na tomada de uma decisão de marketing acertada.

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Crises, diagnósticos e oportunidades


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A Folha de S.Paulo publicou no dia 12.07.12 uma matéria sobre a crise que estamos ou estaremos enfrentando (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/54022-crise-faz-as-vendas-do-comercio-tropecarem.shtml). A situação é administrável mas percebe-se que determinadas medidas fomentadoras de negócios não estão gerando os resultados esperados. A redução do IPI para os automóveis gerou um aumento de vendas, mas a linha branca não reagiu de maneira satisfatória. Crédito mais difícil e orçamentos familiares endividados não permitem avanços no consumo.

Cabe-nos avaliar as percepções ou sentimentos de compra dos clientes, quais suas expectativas, e quanto efetivamente estão endividados e o perfil – valor absoluto e duração – para que possam voltar ao mercado consumindo. Um estudo realizado sobre o perfil das dívidas poderia auxiliar no planejamento de vendas futuras, adaptando produtos, gerando novas faixas de preço, apresentação dos mesmos, visual merchandising, enfim: para problemas diferentes, soluções diferentes.

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Um polo criativo para Porto Alegre


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Matéria publicada por Zero Hora, com a contribuição de Rodrigo Valente:

Zero Hora – Rumos para mídia – 09/11/2011

Consolidar Porto Alegre como um polo criativo é o foco dos debates na Semana ARP.
Evento defende a necessidade da Capital atrair e manter bons profissionais  Rodrigo Valente e Angela Hirata participam da Semana ARP.

Poucos setores da economia crescem em ritmo comparável ao da indústria criativa. Nos últimos cinco anos, o segmento apresentou expansão média anual de 6,1%. Em 2010, movimentou R$ 104 bilhões, mostram dados compilados pelo Ministério da Cultura.

A participação de Porto Alegre nesse filão ainda é discreta. Especialistas alinham seus pontos de vista à tese de que a Capital pode se tornar um polo criativo — uma referência em troca de ideias, atividade cultural e inovações —, desde que desenvolva seu mercado.

A questão veio à tona com a Semana ARP da Comunicação, que selecionou o tema Indústria Criativa como foco de seus debates. — As discussões podem apontar caminhos para que Porto Alegre desenvolva um ambiente mais favorável à criatividade, com mais alternativas de trabalho para seus talentos — diz Daniel Skowronsky, presidente da Associação Riograndense de Propaganda (ARP). 

Confira algumas das sugestões dos participantes do evento:

Rodrigo Valente, professor da ESPM-RS: “Precisamos derrubar as barreiras de que Porto Alegre está fora do centro. Com as novas tecnologias, podemos compartilhar com o mundo o conteúdo que produzimos”.

Angela Hirata, consultora da São Paulo Alpargatas: “O RS tem setores com alta criatividade, como o vitivinícola, que vem abrindo mercados graças a ações diferenciadas”.

Leia mais em: http://www.clicrbs.com.br/paidcontent/jsp/login.jspx?site=409&url=http%3A%2F%2Fwww.clicrbs.com.br%2Fzerohora%2Fjsp%2Fdefault2.jsp%3Fuf%3D1%26local%3D1%26source%3Da3555444.xml%26template%3D3898.dwt%26edition%3D18322%26section%3D1008&previousurl=http%3A%2F%2Fzerohora.clicrbs.com.br%2Fzerohora%2Fjsp%2Fdefault.jsp%3Fuf%3D1%26local%3D1%26section%3Dcapa_online