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Ricardo Sondermann faz entrevista para TV Azteca, do México.


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Em 23.09.2014, Ricardo Sondermann esteve palestrando na Conferência sobre Liberdade e Desenvolvimento na cidade do México. Na ocasião foi entrevistado pelo jornalista Sergio Sarmiento, responsável por um dos principais programas de economia do CANAL 13 da TV AZTECA. Abaixo segue o link. O Sr. Sarmiento é membro do Grupo Media Leaders do Foro Económico Mundial de Davos e investigador adjunto do Centro de Estudios Estratégicos Internacionales (CSIS), de Washington D.C., Estados Unidos.

http://www.eltrece.mx/capitulos/la-entrevista-con-sarmiento/230857/la-entrevista-con-sarmiento-situacion-economica-en-brasil

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818 discute a II Guerra Mundial, 75 anos depois.


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No dia 1º de setembro lembrou-se o 75º aniversário do início da II Guerra Mundial. No mesmo dia, Ricardo Sondermann participou do programa Polêmica, da Rádio Gaúcha, com o tema: “75 anos da 2ª Guerra Mundial. 100 anos da primeira. Elas foram duas guerras ou uma? Ucrânia, Iraque, Gaza, Síria. Uma terceira pode acontecer?”.

Durante o programa, Sondermann afirmou que “terminada a II Guerra, e com o quase conflito de1962, o mundo praticou a Guerra Fria como forma de evitar conflitos abertos”. E sugeriu que, desde então, “observamos uma série de guerras localizadas como forma de disputa local, territorial ou mesmo religiosa”.

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818 discute as novas formas de comunicação política em programa da TVCOM


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No dia 26 de junho, Ricardo Sondermann debateu no programa Conversas Cruzadas, da TVCOM, sobre a possível desistência dos senadores Sarney e Simon em concorrer nestas eleições. Os debatedores também conversaram sobre as novas formas de comunicação política e como podem velhas lideranças atuarem num ambiente onde as campanhas ocorrem por novos meios, novas mídias e onde as mensagens devem trazer novos desafios. “Democracia não é só o direito ou o dever do voto, mas a participação efetiva e equilibrada de representantes da sociedade, em alto nível e tolerante às diferenças”, disse Sondermann durante o debate.

Para acompanhar a participação do consultor da 818 no programa Conversas Cruzadas, da TVCOM, acesse:  http://videos.clicrbs.com.br/rs/tvcom/video/conversas-cruzadas/2014/06/conversas-cruzadas-aposentadoria-sarney-renovacao-politica-nacional-bloco-24-06-2014/84036/

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Consultor da 818 participa do Programa Conversas Cruzadas


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No dia 06.05, Ricardo Sondermann participou do debate no Programa Conversas Cruzadas da TVCOM RBS TV. A pauta em questão era sobre as repercussões em torno das declarações do empresário Jorge Gerdau, que disse: “os gaúchos são felizes, mas por que estão acomodados”.

Do ponto de vista de Ricardo Sondermann, percebe-se claramente que, nos últimos 20 anos, o Rio Grande do Sul vem perdendo sua pujança e sua competitividade em relação a outros estados, em áreas como indústria, saúde, educação, doação de orgãos, dentre tantos outros. Os gaúchos, sim, se acomodaram, descansando sobre glórias do passado e acreditando que suas mazelas são fruto de situações externas.

Os gaúchos precisam sair de sua letargia e, por vezes, descer de um pedestal arrogante, para competir mais, criar mais, aprender mais e voltar a crescer. Este não é um esforço de um governo ou de uma ideologia e não é um processo de estado, mas uma mudança de cultura, que nasce do desejo individual de transformar-se e que, num crescente, transforma a todos ao seu redor.

O programa pode ser visto nos links abaixo:

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Ucrânia ou Venezuela?


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Onde a oposição tem mais chance de sucesso e o governo corre maior risco? Na Ucrânia ou na Venezuela?
Participação de Ricardo Sondermann no programa Polêmica, da Rádio Gaúcha, em 21.02.2014.

polemica

Nesta última sexta feira, dia 21 de fevereiro, participei do Programa Polêmica para discutir a situação política na Ucrânia e na Venezuela. Abrindo a discussão, entendo que a semelhança entre estas manifestações nestes países é a busca pela LIBERDADE. O ponto de convergência do descontentamento é a posição ditatorial dos dois governos, em que pesa a diferente situação econômica e geopolítica de ambos.

Na Ucrânia vemos uma disputa entre uma parte da população, jovem, com pensamento moderno e empresarial, que quer fazer parte da Europa e tirar proveito do desenvolvimento econômico da região. De outro lado, sob forte pressão da Rússia de Putin, uma oligarquia retrograda que quer, ou precisa, manter laços mais estreitos com a Rússia. A luta é pela liberdade de poder decidir seus caminhos de forma democrática e não aos caprichos de um presidente acuado.

Na Venezuela, a luta, neste momento, é pela sobrevivência. A situação econômica do País é um caos. O modelo econômico proposto, baseado numa economia completamente dependente de um produto – o petróleo, acabou. A pouca ou nenhuma diversidade da indústria venezuelana fez com que dependessem de importações, porém a presença do governo em todas as atividades impede a liberdade comercial e a livre iniciativa. Soma-se a isso um regime que vem constantemente restringindo as liberdades individuais e a livre expressão das ideias e das atividades.

Na Venezuela a carência de produtos básicos, somada a uma inflação anual acima de 50% desencadeou, por parte do governo, não uma ação concreta, mas uma absurda caça às bruxas. O Presidente Maduro, incompetente para lidar com a situação, impôs uma margem de lucro máxima de 30% aos empresários, como se isso fosse controlar preços. Profere barbáries e acusações às “elites golpistas”, e outros impropérios, mas nada que cause espanto de um homem que fala com passarinhos e fantasmas de Hugo Chaves em túneis.

Toda a ditadura é arrogante. Um governo moderno entende que acertos e erros são parte da administração e o bom andamento da situação econômica depende de uma constante vigilância, austeridade e controle eficaz dos gastos públicos. Quando um partido se coloca acima do governo, pensando apenas em seu projeto de poder, a sociedade fica à mercê de humores e favores. A pouca ou a nenhuma existência de humildade faz com que todo erro seja uma derrota, então, este governante não pode admitir erro algum. Qualquer semelhança com a Presidente Dilma e o ministro Mantega, não é nenhuma coincidência.

O que alguns políticos precisam entender que Democracia não é apenas o direito ao voto, até por que em democracias plenas, o voto é opcional e não obrigatório. Democracia é a existência de instituições fortes que defendam o individuo contra a opressão do estado, que permita a livre iniciativa e a liberdade de expressão, guardados o respeito e o direito individual e coletivo.

É preciso que se divulgue a dura repressão que está sendo vítima a população civil da Venezuela. É vergonhoso como as grandes veículos de mídia estão tratando o assunto, com pouca ou nenhuma cobertura. A situação da Venezuela influencia a América Latina pois o caminho adotado por Argentina, Equador, Bolívia e por que não, o Brasil, é na direção de um socialismo ineficaz, populista e corrupto. Precisamos estar atentos e divulgar os acontecimentos para evitar que a agenda da Foro de São Paulo, idealizada no início dos anos 1990, tenha curso no Brasil. O que estamos vendo é uma “Primavera Latina”, quando finalmente o povo venezuelano se rebela contra a ditadura e a falta de perspectivas. Poderemos estar vendo isso em breve na Argentina e na Bolívia. Não é, como pensam alguns, “um golpe de estado das elites”, mas sim uma real manifestação de descontentamento e de busca por liberdade.

Ricardo Sondermann