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Artigos e publicações, Todas as notícias

Sondermann lança livro sobre Churchill


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Já está a venda o livro “Churchill e a Ciência Por Trás dos Discursos: Como Palavras se Transformam em Armas”, de Ricardo Sondermann. A obra apresenta o contexto histórico e analisa tecnicamente a retórica e a persuasão de 12 discursos do estadista e também escritor inglês, que em 1953 conquistou o prêmio Nobel de Literatura. Sondermann revela o que havia de tão singular nos discursos de Churchill.

O livro já está na lista dos mais vendidos na Amazon e tem lançamentos previstos nas principais capitais brasileiras.

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Sala de Guerra para Sodexo e Dana Brasil


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No final de 2017, a 818 Consultoria realizou duas edições do jogo Sala de Guerra.

No dia 22 de novembro, foram reunidos mais de 150 gestores da Sodexo Brasil para criar estratégias para a área de Operation Service. Já no dia 12 de dezembro, foi a vez de reunir as lideranças da Dana Brasil para discutir estratégias e objetivos para o planejamento da empresa para o ano de 2018.

 

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Poker 818 para marca mundial de móveis


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Nos meses de outubro e novembro, a 818 Consultoria jogou Poker Texas Hold’em com os franqueados da Florense.

A referenciada marca mundial de móveis de alto padrão criou um baralho exclusivo contendo o DNA de sua marca e os princípios que tonaram a empresa presente nas principais capitais do mundo, como NY e Dubai. A atividade foi ministrada na sede da empresa, em Flores da Cunha, e teve como objetivo o alinhamento de conceitos para toda a rede.

Palestras e eventos, Todas as notícias

818 na edição de aniversário do ADVBeer


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No dia 28 de setembro, Ricardo Sondermann e Rodrigo Valente ministraram a palestra “Treinamentos gamificados para uma economia de atenção” para uma platéia formada por empresários, no evento ADVBeer – promovido pela ADVB/RS.

Junto com o tema, os consultores da 818 Consultoria fizeram o lançamento, com exclusividade, do game Poker 818 para o público presente. O jogo digital, que está disponível na versão Android e IOS, foi criado para incentivar o treinamento em empresas de médio e grande porte, para o alinhamento de 52 conceitos customizados.

A palestra contou com a participação especial do gerente de Recursos Humanos da Lebes, Fernando Jacks, que mostrou como a empresa de varejo está usando a gamificação para treinar seus colaboradores.

 

Palestras e eventos, Todas as notícias

Liberdade Exponencial na PUCRS


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O Grupo de Estudos em Direito e Filosofia da PUCRS convidou o consultor da 818, Ricardo Sondermann, para fazer uma palestra inaugural sobre o tema da “Liberdade Exponencial”, no dia 03 de abril, na Escola de Direito da instituição. A denominação soa bastante instigante. Trata-se do novo horizonte tecnológico e suas implicações para a sociedade, organizações e para o Direito.

Ricardo irá mostrar como a sociedade viu o seu desenvolvimento lentamente desenvolver-se, com pequenas inovações incrementais, em um modelo quase linear de evolução, de um evoluir quase lânguido para mudanças cada vez mais desruptivas a partir de um desenvolvimento tecnológico assombroso. A provocação do consultor da 818 é: “estaremos preparados para essa nova revolução?”.

No dia 7 de abril, também na PUCRS, Ricardo Sondermann vai participar do seminário “Sociedade Aberta e Digital: liberdade, inovação e novas tecnologias”, no painel Transparência, Inovação Tecnológica e Sociedade. O evento é promovido pelo IEE (Instituto de Estudos Empresariais) junto com a Fundação Friëdrich Naumann para a Liberdade.

 

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Um overview do Vale do Silício


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Nos últimos dias de viagem, a missão do IEE e Ricardo Sondermann tiveram um overview completo de como é o ecossistema que alimenta as ideias inovadoras do Vale do Silício. Foi um fechamento de ouro para uma viagem que mostrou porque tantas empresas estão dirigindo seus olhares para o Vale. Ricardo, consultor da 818 que coordenou a missão, relata os dois últimos dias de viagem abaixo e apresenta os principais raciocínios da viagem.


SFYIMBY – Yes In My Back Yard (Sim no meu pátio)

Há uma expressão em São Francisco que diz: Not in my back yard (não no meu pátio). Ao longo dos anos 60 e 70, muitas rodovias e novas ruas eram abertas na cidade e esta frase representava a posição da comunidade em evitar a destruição da cidade e de sua arquitetura típica.

A SFYIMBY é uma ONG que quer a desregulamentação da pesada legislação de construção em São Francisco. Houve, ao longo dos anos, e de forma bem intencionada no início, uma grande transferência de poder para as 101 comunidades da cidade, um empoderamento do cidadão versus os interesses daqueles que queriam construir mais moradias e negócios. O que era para servir de modo de preservação da arquitetura e modus vivendi, transformou-se numa barreira para a ampliação da cidade, fazendo com que SF se tornasse hoje uma das cidades mais caras no mundo para se viver. Um apto de 1 dormitório pode ter preços de aluguel começando em U$ 6 mil.

Laura Clark comenta que este hiperlocalismo, uma constante segregação entre bairros (antes racial e hoje ampliada para gênero, tamanho de família, renda, etc), as dificuldades de reestruturação de bairros e políticas fiscais equivocadas sobre imóveis e propriedades vem, ao longo dos tempos, ampliando a dificuldade de se construir, elevando preços e custos de vida em geral.

A SFYIMBY quer mudar esta lógica, permitindo que a cidade cresça para cima e para os lados e que as comunidades locais tenham menos peso nas decisões sobre o que vai ser construído. O objetivo é que mais gente venha para São Francisco e que todos possam morar melhor e de forma mais econômica.


DRUMWAVE – Tecnologia radicalmente exponencial

Se o dia já estava movimentado a demonstração proporcionada pelo André Papaléo da DRUMWAVE foi, sem exagerar, impressionante. A empresa criou um sistema de informações comerciais e cruzamento de dados chamado: DDV – Dynamyc Data Visualization. Centrada na Internet das coisas, ela cruza dados de mídias sociais, de dispositivos móveis, utilizando tecnologia big data e armazenamento na nuvem.

É uma empresa baseada fundada e tocada por Brasileiros em Palo Alto. O foco é do Big Data Business Insights até a monetização de Data. A empresa possui clientes globais nas industrias de: Telecom, alta Tecnologia, serviços financeiros, Consumer Goods, Automotivo, Midia& Entertainment, Setor Públicos e Life Sciences.

A DRUMWAVE e seu produto Moebio permite o cruzamento de milhões de dados para a obtenção de dados sobre desempenho de produtos, tendências de mercado, avaliação de relacionamentos, desdobramentos médicos, em fim, um universo impressionante de cruzamentos.

Ainda ouviremos falar muito deles.


GITHUB – A Disneylândia dos programadores

A GITHUB é considerada uma das empresas de crescimento mais exponencial no planeta. A empresa tem dois negócios: o 1º é uma plataforma de colaboração entre desenvolvedores, técnicos, coders, que reúne cerca de 15 milhões de pessoas, trocando informações sobre códigos e programas, transacionando ou simplesmente conversando.

Seu segundo negócio é servir de hub para programas bem como proporcionar ferramentas para desenvolvimento de softwares para os mais variados negócios, nas áreas de saúde, bancos, seguros, meios de pagamento e varejo.

Hoje, ela atende 468 empresas listadas nas 1.000 maiores da revista Fortune e recebeu equities da ordem de U$ 350 milhões para seguir crescendo.

Jennifer Lachmann e Alexander Hermann definem a Github como uma empresa que “não está vendendo um app novo, é todo um fone novo”.

A GITHUB está no topo da pirâmide no mundo da programação e desenvolvimento de produtos de TI.


APEX & ROCKETSPACE – A porta de entrada do Brasil no vale

Francisco Figueiredo nos recebeu no escritório da APEX Brasil, instalada no espaço da incubadora/coworking da ROCKETSPACE. O trabalho da APEX é ajudar empresas brasileiras a exportar, importar e se internacionalizar, conectar empresas para que conheçam os mercados para diversos setores.

Especificamente em SF e vale, a APEX procura conectar empresas, fornecer networking e indicar apoio de advogados e contadores. Ela também disponibiliza espaços no coworking da ROCKETSPACE por preços em torno de U$ 250,00 mensais. Para tanto a empresa precisa preencher um questionário, ter CNPJ no Brasil e explicar suas intenções e seu projeto para participação no mercado americano.

Existe uma porta aberta para o Vale e se chama APEX.


KEIRETSU FORUM – Clube de investidores

Tivemos a incrível oportunidade de participar de um pitch de empresas startups no evento da KEIRETSU. Fomos recebidos pelo presidente mundial, Randy Williams, que nos deu as boas vindas e falou dos planos e projetos.

A KEIRETSU surgiu há mais de 20 anos como uma comunidade reunindo investidores, com a intenção de trocarem ideias, ampliarem relacionamentos, treinar outros investidores, organizarem pitches, analisarem investimentos e participarem das empresas, não somente como investidores que buscam retorno financeiro, mas como mentores de empresas e pessoas. Sua proposta de valor é educar investidores a serem melhores. O termo é give back. Segundo Williams, “por conta de minha falta de inteligência, eu gostaria que as pessoas fossem melhores”.

Contam hoje com mais de 3.000 sócios em 15 países. Os membros, que para entrar precisam aportar U$ 1 milhão, são homens e mulheres com carreiras de sucesso e querem não só ganhar dinheiro, mas fazer empresas que façam sentido para um mundo melhor. Os mercados em que buscam são os mais variados, desde mercado imobiliário até hightech.

No início do evento, a diretora do Fellowship Program de Stanford solicitou a ajuda dos sócios da KEIRETSU para mentoria das empresas de seu clube de empreendedorismo. Mais de 30 mãos se levantaram imediatamente. O evento que tivemos a oportunidade de participar era um pitch de 5 empresas para 110 investidores da KEIRETSU.

Podemos ver por dentro a dinâmica de como são feitas alocações de recursos. Isso não tem preço.


STANFORD UNIVERSITY – ADAM SMITH SOCIETY – Conversas sobre a liberdade no Brasil e nos Estados Unidos.

Nossa viagem terminou com uma reunião com o grupo de estudos da ADAM SMITH SOCIETY na escola de negócios de Stanford. Nos reunimos com estudantes americanos e brasileiros da escola para uma apaixonada discussão de temas liberais. Nossa curiosidade era saber como será a América de Trump e a deles era sobre o futuro da América Latina.

Ben Kohlmann nos recebeu e rapidamente colocou a palavra a disposição. O presidente do IEE, Rodrigo Tellechea, explicou o que é e o que faz o IEE, a situação do Brasil e os desafios dos liberais. A reunião foi possível através da agenda do Anthony Ling, estudante do MBA de Stanford e membro do IEE. Rodrigo deixa bem claro: “temos que parar de reclamar e fazer o que temos que fazer, independente do contexto momentâneo que nos rodeia”.

Fica muito clara a distância que separa o ambiente universitário americano do Brasileiro. Nos EUA, academia e mercado andam juntos. As empresas investem nas universidades e abrem oportunidades para as ideias que vem de lá, enquanto a academia conta com portas abertas para testar suas teorias e ideias. Enquanto isso no Brasil…

Foi um fechamento sensacional da viagem e da semana.


UMA SEMANA EM SF E NO VALE DO SILÍCIO – O túnel do tempo

Vir para San Francisco e o Vale do Silício é uma viagem no tempo futuro. A gente nunca volta igual de uma viagem. E essa foi especialmente transformadora. A montagem da viagem foi um desafio para proporcionar visitas interessante e atender às expectativas de todos.

Vimos startups no início e no meio, empresas que vão mudar o mundo, empresas consolidadas, incubadoras, aceleradoras, clubes de investimentos, espaços para começar, estrutura de apoio e logística para vir ao vale.

Mais que nada vimos um ambiente onde o indivíduo tem muito valor, a colaboração é a palavra de ordem, as relações humanas são diretas e onde vale um estado de espírito multidimensional e exponencial. Aqui, não tem mimimi, jeitinho ou perda de tempo. Aqui, it’s the real deal.

Posso resumir em 4 ideias básicas:
1. Colaboração: a troca de ideias não é só fundamental, é a regra.
2. O que importa são as pessoas. O valor das empresas está menos nos seus produtos do que nas pessoas. A empresa é a combinação das pessoas que fazem parte dela.
3. O Vale não é uma região, é um estado de espírito.
4. Não é feio falir. Falhar é sim parte do processo e encaminha o sucesso.

Como bem disse Francisco Franco da Latin SF: “Uma semana no vale é como se fosse um mês em outro lugar”. Bem, depois de um “mês” fora, estou voltando para casa.

 

Cursos, treinamentos e imersões

Uma perspectiva de sucesso do Brasil


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No segundo dia de viagem ao Vale do Silício, Ricardo Sondermann e o grupo do IEE puderam conhecer pessoas e instituições do Brasil que estão se destacando no cenário de empreendedorismo mundial. Abaixo, Ricardo compartilha um relato sobre cada visita:

CONSULADO DO BRASIL EM SF – Um governo.com

Quando se contata o governo brasileiro a expectativa é de que se mergulhe em burocracia e negativas. Fomos recebidos por Gloria Hunt, trade officer, que veio da iniciativa privada para fazer do consulado uma rede de networking.

Gloria descreveu as empresas do vale como aquelas que valorizam a meritocracia, a colaboração entre todos (dono, sócios e todos os funcionários estão ligados no sucesso da empresa), o espírito de time, o casual look (se você vê alguém de gravata, ele é de algum governo), o conceito de benefícios para todos, a cultura do investidor como sendo um parceiro especialista que quer o sucesso da empresa para vende-la e fluxo de ideias – todos têm, mas uma empresa “são várias ideias que param de pé”.

– “Aqui as pessoas gostam de trocar experiências. Antes de qualquer contato, estude a pessoa, a empresa, pergunte, conte sobre você, dê e você vai receber. Se você só tirar, não vai durar”, disse Gloria ao grupo do IEE.

Gloria sugere que o melhor caminho é passar um tempo no vale para aprender, conhecer novas possibilidades, tecnologias e trazer para os negócios no Brasil. O brasileiro é curioso, ávido por novidades e nosso mercado é gigante e pouco explorado.

Bom ver que existe um governo.com.


PLUG&PLAY – Silicon Valley in a Box

Na recepção da Plug&Play uma tela passa informações e uma foto despretensiosa. 50 pessoas comemorando a saída da incubadora pois estavam indo para seu primeiro imóvel próprio. Quem? O Google.

Nos anos 80, uma família de refugiados iranianos saidos do Irã dos Aiatolás começa a vida vendendo tapetes. A empresa cresce e num depósito muito grande lhes sobra espaço. Ali, começam a dar pequenos espaços para compatriotas, como eles, e depois para pequenas empresas que estão começando a vida e não tem como pagar estruturas maiores. Nasce então a incubadora de mais de 1700 startups que estão mudando o mundo.

A P&P tem como negócio principal a aceleração de empresas através de investimento, compartilhamento de espaços onde empresas de todos os tamanhos se mostram, abrem negócios, compram participações, trocam informações e tecnologia. Ela realiza mais de 600 eventos abertos e fechados. Um evento interessante é o Executive in Residence, quando CEOs das principais empresas do mundo passam dias ou uma semana lá, atendendo a todos e conhecendo o que estão desenvolvendo.

As empresas que vão para lá surgem de clubes de empreendedorismo das principais universidades americanas. São divididas em áreas de interesse: mobilidade, hospitalidade e lazer, saúde e bem-estar, internet das coisas, varejo e marcas, alimentação e agribusiness, novos materiais e packings, fintech, mídia e seguros.

A lista das empresas que passaram por lá é enorme, mas tem alguns como Dropbox, Paypal, Google, entre outras.

O que não imaginávamos é que uma estrutura pesada como o Banco do Brasil pudesse estar no vale, instalada na Plug&Play. Pois, justamente, para poder acompanhar e participar da revolução exponencial, o BB montou uma incubadora de projetos internos. Quaisquer funcionários do banco podem propor projetos, que em sendo aprovados, estas pessoas são trazidas para cá por um período de 3 meses para colocar a ideia em pé. Aqui, trabalham sem a hierarquia do Brasil e abrem a cabeça. Por aqui já passaram duas turmas.

Vilmar Grüttner, head da operação, um simpático catarinense e torcedor do Figuera resume bem: “no Brasil a gente tem que fazer um bolo. Tem camadas, leva tempo e quando fica pronto, a festa acabou. Aqui a gente faz cupcakes, são rápidos, gostosos e resolvem a festa”.

Outra empresa brasileira presente na Plug&Play é o Banco Original. O Original partiu para a disrupção do mercado bancário. Diga-se de passagem, o Brasil está muito à frente dos EUA em termos de tecnologia e procedimentos bancários. Surgido com capital do Grupo JF, o banco teve com seu primeiro presidente, o atual ministro Henrique Meirelles, e tem como objetivo ser um banco totalmente digital, ser um API, onde toda a TI está diretamente ligado ao presidente.

A tecnologia é o banco.


HYPERCUBES – O scanner da terra

Fundada em 2015, a HYPERCUBES está incubada dentro da Singularity University e está construindo a próxima geração de satélites de observação da Terra, habilitados por inteligência artificial.

Serão 80 satélites do tamanho de uma caixa de sapato, cada um deles cobrindo o planeta a cada 90 minutos, gerando 100TB de informações por passagem. Toda a informação será guardada nos satélites, ou seja, acima “da nuvem”. A informação que volta a Terra são as análises feitas pelo próprio dispositivo.

O que ele informa? Dados sobre vegetação, estágios de plantio, composição da terra, necessidade de adubagem, minerais presentes na superfície e na profundeza, presença de água, em suma: a HYPERCUBES informa online o que a terra pode e está produzindo e o que há para ser minerado.

Fábio Teixeira, o brasileiro fundador da empresa, montou ela na Singularity pois “em 2050 seremos 10 bilhões de pessoas, que nos impõe perguntas de como vamos nos alimentar, produzir energia, obter água limpa e assim por diante”.

Pois é, um grande brasileiro vai produzir estas respostas para o mundo.

 

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Consultor da 818 ministra curso para a Intelbras


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Nos dias 12 e 13 de dezembro, Rodrigo Valente ministrou o curso “Análise e Desenvolvimento de Produto“, para gestores da Intelbras, em Palhoça/SC, representando a área In Company da ESPM-Sul. Com duração de 16 horas, o curso apresentou todas as etapas necessárias para a criação, desenvolvimento e lançamento de produtos. Os temas abordados foram:

  1. O que caracteriza um novo produto. Conceitos e visões.
  2. Principais etapas para o desenvolvimento de produtos.
  3. O ciclo de vida do produto.
  4. O sucesso e o fracasso no desenvolvimento de produtos.
  5. Como selecionar ideias para novos produtos?
  6. Como estudar o comportamento do consumidor?
  7. Um overview rápido sobre desenvolvimento e teste de conceito.
  8. Criação de briefings de comunicação.
  9. Como evidenciar uma proposta de valor sobre o novo produto.
  10. O processo de adoção pelo consumidor.

No final do curso, os grupos apresentaram trabalhos feitos em aula com soluções diretamente relacionadas às áreas em que atuam.

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Simers & 818: cinco distinções no RS e no Brasil


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A campanha de comunicação integrada “RS Contra Aedes”, realizada pelo Simers (Sindicato Médico do Rio Grande do Sul) com o apoio da 818, recebeu duas distinções regionais importantes.

No dia 27 de outubro, o sindicato recebeu o prêmio TOP Cidadania 2016, promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RS), na Categoria Organização. A campanha contou com comercial, materiais promocionais impressos, assessoria de imprensa, ações educativas com crianças em fase escolar e ampla cobertura das mídias tradicionais e digitais. Para mais informações sobre este prêmio, acesse o site do Simers.

No dia 16 de novembro, a campanha foi novamente vencedora da categoria Mudando Paradigmas, do Prêmio TOP DE MARKETING, da ADVB/RS, em sustentabilidade. Na mesma premiação, o Simers foi o vencedor da categoria Eficácia da Comunicação, em comunicação integrada, com a campanha “Desejos para a Saúde”. Por fim, recebeu o TOP SAÚDE pela campanha “Desejos para a Saúde”. Os cases, assim como as informações sobre os prêmios, podem ser acessados em http://forumdatransformacao.hospedagemdesites.ws/site/top-de-marketing/.

Ainda em novembro, o Simers foi finalista do Prêmio SHARE – principal premiação nacional de marketing digital, pelo case “Desejos para a Saúde”, na categoria campanha. O projeto de comunicação integrada, que contou com o apoio em todas as etapas da 818, disputou o prêmio com outros dois cases: da Fox e da W3Haus.

 

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Pitching na Singularity University


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De volta a Singularity University, Ricardo Sondermann participou do GSP ou Grand Singularity Pitch. Um evento de encerramento de um programa de 10 semanas onde pessoas de todo o mundo, estudantes, cientistas, empresários se inscrevem para uma imersão profissional. O objetivo é que estas pessoas criem empresas e negócios que possam prosperar e impactar um bilhão de pessoas. São 25 grupos que apresentam seus projetos e dos quais 5 são selecionados para fazer o pitch final para potenciais investidores.

Nesta seleção foram apresentadas as seguintes start-ups:
1. AFRIJI – refrigeradores de baixo custo para regiões sem energia elétrica constante.
2. BASEPAWS – partindo da ideia de que nós e nossos animais de estimação dividem o mesmo código genético, ela relaciona nosso genoma com cães e gatos para prevenir doenças (www.basepaws.com).
3. UDEXTER – um orientador de carreira e plataforma de educação para aqueles que serão deixados para trás pela disupção dos negócios. Exemplo: o que podem fazer os motoristas de taxi que foram deixados para trás pelo Uber? (www.udexter.com).
4. NUTRIGENE – Desenvolverá medicamentos para diabetes em mulheres grávidas que não afetem seus bebês.
5. REBEAM – Transmissão de energia elétrica gerada por painéis solares através de satélites que irão refletir a energia para lugares sem rede de distribuição efetiva.
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818 visita a sede do Google


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No terceiro dia de atividade no Vale do Silício, Ricardo Sondermann esteve em três importantes empresas que atuam com o conceito de exponencialidade. Uma delas foi a sede do Google. Abaixo, segue o relato de Ricardo sobre as visitas.

TiE ENTERPRISE
“Fomos recebidos pela diretora, Sra. Vanklesh Shukla. A Tie (Transform India Enterprise) é uma organização formada à 25 anos atrás com a intenção de preparar executivos indianos para ocuparem posições de presidência em empresas globais. Agora, Google, Citibank, entre outros, têm CEOs indianos. Hoje ela se ocupa de fazer intercâmbio e relações entre empresas start-ups de todo o mundo com investidores e outras empresas maiores, para a troca da experiências e geração de negócios. É uma organização privada que têm seu funding por contribuições espontâneas de até U$ 1.500 por ano por pessoa.”

OUTSORCE BRAZIL
“Robert Jenssen se auto intitula “amerioca”. Um americano que passou sua adolescência no Brasil e trabalha para proporcionar a internacionalização de empresas e start-ups brasileiras no Vale do Sílicio. Ele utiliza diversas ferramentas próprias para avaliar o potencial dos pretendentes e gera o Powerfit, ou seja, o que esta empresa pode esperar e o que ela deve fazer para estar pronta para receber funding de VC (Venture Capital) no vale.”

GOOGLE
“Fomos recebidos por cerca de duas horas pelo Pedro “Pierre” Cintra, um brasileiro que está há dez anos na empresa e está no departamento financeiro. Mas não se pode esperar dele aquele tratamento com um homem de finanças tradicional. A Google têm cerca de 65 mil funcionários em todo o mundo mas sua filosofia de trabalho faz com que todos sejam a empresa. Um alto astral e no coração um lema: “Inove ou morra!”. Segundo Pedro, inovação não se faz por decreto, por isso o ambiente deve propiciar que ela possa evoluir organicamente.

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“Imagine um mundo onde a maioria das organizações fosse o melhor dos mundos para se trabalhar? Imagina o que poderíamos fazer”. O ambiente que tanto faz a Google famosa surgiu quase que por acaso. Como a empresa estava longe de restaurantes e as pessoas trabalham em horários muito diferentes, surgiu a ideia (vinda da necessidade) de proporcionarem comida, acomodações, chuveiros, enfim, tudo aquilo que uma pessoa precisa sem perder tempo de deslocamento.

Pedro reforçou que o mais importante na empresa é o recrutamento de pessoas incríveis e que “o que funciona aqui é a meritocracia”. São feitas avaliações semestrais, chamadas de 360º. Chefes avaliam funcionários e vice-versa, inclusive com avaliações cruzadas entre departamentos que se relacionam. Estão todos conectados, logo todos são colaborativos.

Em resumo, o GOOGLE trilha 3 caminhos:
– Foco no usuário: aquilo que voce gosta e se acostuma, vira lugar comum e precisa ser melhorado.
– Liberdade: Horários, conversas, trocas de áreas, Beer&Demos (reuniões com uma cervejinha).
– 10X – o que podemos fazer para sermos 10x melhores. Deste pensamento surgem ideias, algumas dão certo, outras não, mas serão aperfeiçoadas e terão sucesso. Exemplos disso são o Google Glass, Google Car (self-driving cars), Smartcity e a digitalização de todos os livros do mundo.

Depois demos uma caminhada no lugar, lojinha, essas coisas que turistas adoram fazer…”
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Consultor da 818 conhece a Singularity University


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No segundo dia de viagem, Ricardo Sondermann realizou uma visita à SINGULARITY UNIVERSITY. Nos laboratórios, foram apresentados diversos projetos em andamento: em realidade virtual, com uso de impressoras 3D e até um BB8 em construção. Num papo com o cientista brasileiro, Fábio Teixeira, da HYPERCUBES, ele contou que em breve será lançado um satélite que vai escanear a terra e mapear nossas reservas minerais. O software é resultado de seu trabalho.

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Em seguida, Ricardo Sondermann e o grupo de visitantes foram recebidos por Lara Stein, diretora de Global Development da SU. Antes de lá, Lara foi responsável pela formatação do TEDx, quando deixou de ser um tipo de evento fixo para ser tornar uma franquia mundial. A SU está sediada na base da Força Áerea americana de Moffett Field, onde a NASA também tem instalações.

Na sequência,  o consultor da 818 esteve na empresa AIRBNB e sua incrível sede em San Francisco, com uma série de edifícios conectados onde trabalham 1.500 pessoas em ambientes que lembram alguns de seus milhões de opções de moradia em todo o mundo. O grupo foi guiado por Mike Jennings, CIO da empresa. A mensagem do CEO da empresa é “Pense grande. Eu quero ser ofendido por suas ideias. Afinal, fazemos pessoas dormir nas camas de outras”. Os ambientes, que infelizmente não foi possível fotografar, propõem um ambiente de trabalho intuitivo e criativo.

Por fim, o grupo foi na GITHUB, gigante de desenvolvimento colaborativo de softwares e códigos. Para os colegas desenvolvedores do grupo, foi uma visita às entranhas da Disneylândia. Os sorrisos nos rostos dos colegas foi comovente. Foram recebidos por Matt Chart, diretor de marketing. O mote é inovação – comunidade – ecosistema.

Hoje, Ricardo Sondermann terá reuniões no Google, além de outras empresas.