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Liberdade Exponencial na PUCRS


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O Grupo de Estudos em Direito e Filosofia da PUCRS convidou o consultor da 818, Ricardo Sondermann, para fazer uma palestra inaugural sobre o tema da “Liberdade Exponencial”, no dia 03 de abril, na Escola de Direito da instituição. A denominação soa bastante instigante. Trata-se do novo horizonte tecnológico e suas implicações para a sociedade, organizações e para o Direito.

Ricardo irá mostrar como a sociedade viu o seu desenvolvimento lentamente desenvolver-se, com pequenas inovações incrementais, em um modelo quase linear de evolução, de um evoluir quase lânguido para mudanças cada vez mais desruptivas a partir de um desenvolvimento tecnológico assombroso. A provocação do consultor da 818 é: “estaremos preparados para essa nova revolução?”.

No dia 7 de abril, também na PUCRS, Ricardo Sondermann vai participar do seminário “Sociedade Aberta e Digital: liberdade, inovação e novas tecnologias”, no painel Transparência, Inovação Tecnológica e Sociedade. O evento é promovido pelo IEE (Instituto de Estudos Empresariais) junto com a Fundação Friëdrich Naumann para a Liberdade.

 

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Um overview do Vale do Silício


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Nos últimos dias de viagem, a missão do IEE e Ricardo Sondermann tiveram um overview completo de como é o ecossistema que alimenta as ideias inovadoras do Vale do Silício. Foi um fechamento de ouro para uma viagem que mostrou porque tantas empresas estão dirigindo seus olhares para o Vale. Ricardo, consultor da 818 que coordenou a missão, relata os dois últimos dias de viagem abaixo e apresenta os principais raciocínios da viagem.


SFYIMBY – Yes In My Back Yard (Sim no meu pátio)

Há uma expressão em São Francisco que diz: Not in my back yard (não no meu pátio). Ao longo dos anos 60 e 70, muitas rodovias e novas ruas eram abertas na cidade e esta frase representava a posição da comunidade em evitar a destruição da cidade e de sua arquitetura típica.

A SFYIMBY é uma ONG que quer a desregulamentação da pesada legislação de construção em São Francisco. Houve, ao longo dos anos, e de forma bem intencionada no início, uma grande transferência de poder para as 101 comunidades da cidade, um empoderamento do cidadão versus os interesses daqueles que queriam construir mais moradias e negócios. O que era para servir de modo de preservação da arquitetura e modus vivendi, transformou-se numa barreira para a ampliação da cidade, fazendo com que SF se tornasse hoje uma das cidades mais caras no mundo para se viver. Um apto de 1 dormitório pode ter preços de aluguel começando em U$ 6 mil.

Laura Clark comenta que este hiperlocalismo, uma constante segregação entre bairros (antes racial e hoje ampliada para gênero, tamanho de família, renda, etc), as dificuldades de reestruturação de bairros e políticas fiscais equivocadas sobre imóveis e propriedades vem, ao longo dos tempos, ampliando a dificuldade de se construir, elevando preços e custos de vida em geral.

A SFYIMBY quer mudar esta lógica, permitindo que a cidade cresça para cima e para os lados e que as comunidades locais tenham menos peso nas decisões sobre o que vai ser construído. O objetivo é que mais gente venha para São Francisco e que todos possam morar melhor e de forma mais econômica.


DRUMWAVE – Tecnologia radicalmente exponencial

Se o dia já estava movimentado a demonstração proporcionada pelo André Papaléo da DRUMWAVE foi, sem exagerar, impressionante. A empresa criou um sistema de informações comerciais e cruzamento de dados chamado: DDV – Dynamyc Data Visualization. Centrada na Internet das coisas, ela cruza dados de mídias sociais, de dispositivos móveis, utilizando tecnologia big data e armazenamento na nuvem.

É uma empresa baseada fundada e tocada por Brasileiros em Palo Alto. O foco é do Big Data Business Insights até a monetização de Data. A empresa possui clientes globais nas industrias de: Telecom, alta Tecnologia, serviços financeiros, Consumer Goods, Automotivo, Midia& Entertainment, Setor Públicos e Life Sciences.

A DRUMWAVE e seu produto Moebio permite o cruzamento de milhões de dados para a obtenção de dados sobre desempenho de produtos, tendências de mercado, avaliação de relacionamentos, desdobramentos médicos, em fim, um universo impressionante de cruzamentos.

Ainda ouviremos falar muito deles.


GITHUB – A Disneylândia dos programadores

A GITHUB é considerada uma das empresas de crescimento mais exponencial no planeta. A empresa tem dois negócios: o 1º é uma plataforma de colaboração entre desenvolvedores, técnicos, coders, que reúne cerca de 15 milhões de pessoas, trocando informações sobre códigos e programas, transacionando ou simplesmente conversando.

Seu segundo negócio é servir de hub para programas bem como proporcionar ferramentas para desenvolvimento de softwares para os mais variados negócios, nas áreas de saúde, bancos, seguros, meios de pagamento e varejo.

Hoje, ela atende 468 empresas listadas nas 1.000 maiores da revista Fortune e recebeu equities da ordem de U$ 350 milhões para seguir crescendo.

Jennifer Lachmann e Alexander Hermann definem a Github como uma empresa que “não está vendendo um app novo, é todo um fone novo”.

A GITHUB está no topo da pirâmide no mundo da programação e desenvolvimento de produtos de TI.


APEX & ROCKETSPACE – A porta de entrada do Brasil no vale

Francisco Figueiredo nos recebeu no escritório da APEX Brasil, instalada no espaço da incubadora/coworking da ROCKETSPACE. O trabalho da APEX é ajudar empresas brasileiras a exportar, importar e se internacionalizar, conectar empresas para que conheçam os mercados para diversos setores.

Especificamente em SF e vale, a APEX procura conectar empresas, fornecer networking e indicar apoio de advogados e contadores. Ela também disponibiliza espaços no coworking da ROCKETSPACE por preços em torno de U$ 250,00 mensais. Para tanto a empresa precisa preencher um questionário, ter CNPJ no Brasil e explicar suas intenções e seu projeto para participação no mercado americano.

Existe uma porta aberta para o Vale e se chama APEX.


KEIRETSU FORUM – Clube de investidores

Tivemos a incrível oportunidade de participar de um pitch de empresas startups no evento da KEIRETSU. Fomos recebidos pelo presidente mundial, Randy Williams, que nos deu as boas vindas e falou dos planos e projetos.

A KEIRETSU surgiu há mais de 20 anos como uma comunidade reunindo investidores, com a intenção de trocarem ideias, ampliarem relacionamentos, treinar outros investidores, organizarem pitches, analisarem investimentos e participarem das empresas, não somente como investidores que buscam retorno financeiro, mas como mentores de empresas e pessoas. Sua proposta de valor é educar investidores a serem melhores. O termo é give back. Segundo Williams, “por conta de minha falta de inteligência, eu gostaria que as pessoas fossem melhores”.

Contam hoje com mais de 3.000 sócios em 15 países. Os membros, que para entrar precisam aportar U$ 1 milhão, são homens e mulheres com carreiras de sucesso e querem não só ganhar dinheiro, mas fazer empresas que façam sentido para um mundo melhor. Os mercados em que buscam são os mais variados, desde mercado imobiliário até hightech.

No início do evento, a diretora do Fellowship Program de Stanford solicitou a ajuda dos sócios da KEIRETSU para mentoria das empresas de seu clube de empreendedorismo. Mais de 30 mãos se levantaram imediatamente. O evento que tivemos a oportunidade de participar era um pitch de 5 empresas para 110 investidores da KEIRETSU.

Podemos ver por dentro a dinâmica de como são feitas alocações de recursos. Isso não tem preço.


STANFORD UNIVERSITY – ADAM SMITH SOCIETY – Conversas sobre a liberdade no Brasil e nos Estados Unidos.

Nossa viagem terminou com uma reunião com o grupo de estudos da ADAM SMITH SOCIETY na escola de negócios de Stanford. Nos reunimos com estudantes americanos e brasileiros da escola para uma apaixonada discussão de temas liberais. Nossa curiosidade era saber como será a América de Trump e a deles era sobre o futuro da América Latina.

Ben Kohlmann nos recebeu e rapidamente colocou a palavra a disposição. O presidente do IEE, Rodrigo Tellechea, explicou o que é e o que faz o IEE, a situação do Brasil e os desafios dos liberais. A reunião foi possível através da agenda do Anthony Ling, estudante do MBA de Stanford e membro do IEE. Rodrigo deixa bem claro: “temos que parar de reclamar e fazer o que temos que fazer, independente do contexto momentâneo que nos rodeia”.

Fica muito clara a distância que separa o ambiente universitário americano do Brasileiro. Nos EUA, academia e mercado andam juntos. As empresas investem nas universidades e abrem oportunidades para as ideias que vem de lá, enquanto a academia conta com portas abertas para testar suas teorias e ideias. Enquanto isso no Brasil…

Foi um fechamento sensacional da viagem e da semana.


UMA SEMANA EM SF E NO VALE DO SILÍCIO – O túnel do tempo

Vir para San Francisco e o Vale do Silício é uma viagem no tempo futuro. A gente nunca volta igual de uma viagem. E essa foi especialmente transformadora. A montagem da viagem foi um desafio para proporcionar visitas interessante e atender às expectativas de todos.

Vimos startups no início e no meio, empresas que vão mudar o mundo, empresas consolidadas, incubadoras, aceleradoras, clubes de investimentos, espaços para começar, estrutura de apoio e logística para vir ao vale.

Mais que nada vimos um ambiente onde o indivíduo tem muito valor, a colaboração é a palavra de ordem, as relações humanas são diretas e onde vale um estado de espírito multidimensional e exponencial. Aqui, não tem mimimi, jeitinho ou perda de tempo. Aqui, it’s the real deal.

Posso resumir em 4 ideias básicas:
1. Colaboração: a troca de ideias não é só fundamental, é a regra.
2. O que importa são as pessoas. O valor das empresas está menos nos seus produtos do que nas pessoas. A empresa é a combinação das pessoas que fazem parte dela.
3. O Vale não é uma região, é um estado de espírito.
4. Não é feio falir. Falhar é sim parte do processo e encaminha o sucesso.

Como bem disse Francisco Franco da Latin SF: “Uma semana no vale é como se fosse um mês em outro lugar”. Bem, depois de um “mês” fora, estou voltando para casa.

 

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Primeiros passos para investir no Vale do Silício


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No terceiro dia de viagem, o grupo do IEE teve a oportunidade de conhecer os principais procedimentos para se investir no Vale do Silício. Ricardo Sondermann, consultor da 818 que lidera o grupo, faz um relato das visitas realizadas:


KEATING CONSULTING – Selo de qualidade para investidores e startups.

A KEATING presta serviços de gestão financeira, contabilidade e governança para empresas startups no primeiro estágio. Normalmente as empresas surgem de ideias de engenheiros, físicos, médicos, ou seja, profissionais brilhantes que sabem muito de seus produtos ou serviços, mas têm pouco tempo, paciência ou a atenção necessária para o duro trabalho administrativo.

Esteban Angeleti, caxiense e residente em SF após seu MBA nos recebeu e explica a KEATING como sendo a apólice de seguro para a startup e especialmente para o investidor. A empresa prepara a startup em seu RH, finanças e accounting, preparando-as para as próximas rodadas de investimento.

Ela serve como referência para investidores e “se uma empresa está com a KEATING, o investidor se sente seguro para seguir aportando capital, tempo e dedicação de mentoria”.

Um ponto de suma importância é a montagem dos term sheets, ou seja, os planos de vendas e trocas de participações e a estruturação do equity. “Muitas vezes a startup acaba passando tanto de sua participação que o fundador ou perde a motivação, ou se transforma num simples funcionário ou mesmo é demitido de sua própria empresa”.

A KEATING é um selo de qualidade para todos envolvidos no negócio. Foi assim para HDMI e Snapchat, por exemplo.


PREFEITURA DE SAN FRANCISCO – DEPARTAMENTO LATIN SF – Welcome to SF

Francisco Franco é um mexicano que trabalhava na embaixada do México. De tanto trazer gente ao vale, mudou de lado da rua, agora é o responsável pela atração de investimentos de toda a América Latina para a cidade.

– “O Vale do Silício é um estado de espírito. Não é uma região”.

Nada mais simples e direto. Não é só tecnologia que vem à SF, por exemplo: existe agora um time de futebol, o SF Delta, um investimento paulista.

Segundo Francisco, Brasil e México tem corporações maduras suficientes para se instalar em SF. Muitas empresas do vale hoje sofrem pressão de seus funcionários, a maioria jovem, para estar em SF pois a “vida no vale é chata”. San Francisco não é uma cidade conservadora, mas é tradicional. Logo, o mercado de construção civil avança mas não na velocidade para atender o fluxo entrante. A cidade está andando para cima, subindo em altura e isto é uma discussão constante.

Para finalizar, Francisco disse que “uma semana em São Francisco parece um mês, um mês, parece um ano”. Nada mais correto. Eu sinto exatamente isso agora.


UPSTART – Empréstimos online

Na UPSTART, assinamos um NDA, ou um acordo de confidencialidade. O que podemos dizer é que é uma empresa financeira que faz empréstimos abaixo dos custos de mercado dos bancos tradicionais, com 3 a 5 anos para pagar. Todo o processo é on line e o mercado principal são jovens entre 20 a 30 anos.

“Crédito sempre é dado se olhando o passado das pessoas. Nós olhamos o futuro dela”.

Um banco, sem cara de banco, composto por jovens extremamente competentes. A pessoa mais velha do prédio inteiro era eu.

Os tempos já mudaram. Que bom.

 

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Uma perspectiva de sucesso do Brasil


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No segundo dia de viagem ao Vale do Silício, Ricardo Sondermann e o grupo do IEE puderam conhecer pessoas e instituições do Brasil que estão se destacando no cenário de empreendedorismo mundial. Abaixo, Ricardo compartilha um relato sobre cada visita:

CONSULADO DO BRASIL EM SF – Um governo.com

Quando se contata o governo brasileiro a expectativa é de que se mergulhe em burocracia e negativas. Fomos recebidos por Gloria Hunt, trade officer, que veio da iniciativa privada para fazer do consulado uma rede de networking.

Gloria descreveu as empresas do vale como aquelas que valorizam a meritocracia, a colaboração entre todos (dono, sócios e todos os funcionários estão ligados no sucesso da empresa), o espírito de time, o casual look (se você vê alguém de gravata, ele é de algum governo), o conceito de benefícios para todos, a cultura do investidor como sendo um parceiro especialista que quer o sucesso da empresa para vende-la e fluxo de ideias – todos têm, mas uma empresa “são várias ideias que param de pé”.

– “Aqui as pessoas gostam de trocar experiências. Antes de qualquer contato, estude a pessoa, a empresa, pergunte, conte sobre você, dê e você vai receber. Se você só tirar, não vai durar”, disse Gloria ao grupo do IEE.

Gloria sugere que o melhor caminho é passar um tempo no vale para aprender, conhecer novas possibilidades, tecnologias e trazer para os negócios no Brasil. O brasileiro é curioso, ávido por novidades e nosso mercado é gigante e pouco explorado.

Bom ver que existe um governo.com.


PLUG&PLAY – Silicon Valley in a Box

Na recepção da Plug&Play uma tela passa informações e uma foto despretensiosa. 50 pessoas comemorando a saída da incubadora pois estavam indo para seu primeiro imóvel próprio. Quem? O Google.

Nos anos 80, uma família de refugiados iranianos saidos do Irã dos Aiatolás começa a vida vendendo tapetes. A empresa cresce e num depósito muito grande lhes sobra espaço. Ali, começam a dar pequenos espaços para compatriotas, como eles, e depois para pequenas empresas que estão começando a vida e não tem como pagar estruturas maiores. Nasce então a incubadora de mais de 1700 startups que estão mudando o mundo.

A P&P tem como negócio principal a aceleração de empresas através de investimento, compartilhamento de espaços onde empresas de todos os tamanhos se mostram, abrem negócios, compram participações, trocam informações e tecnologia. Ela realiza mais de 600 eventos abertos e fechados. Um evento interessante é o Executive in Residence, quando CEOs das principais empresas do mundo passam dias ou uma semana lá, atendendo a todos e conhecendo o que estão desenvolvendo.

As empresas que vão para lá surgem de clubes de empreendedorismo das principais universidades americanas. São divididas em áreas de interesse: mobilidade, hospitalidade e lazer, saúde e bem-estar, internet das coisas, varejo e marcas, alimentação e agribusiness, novos materiais e packings, fintech, mídia e seguros.

A lista das empresas que passaram por lá é enorme, mas tem alguns como Dropbox, Paypal, Google, entre outras.

O que não imaginávamos é que uma estrutura pesada como o Banco do Brasil pudesse estar no vale, instalada na Plug&Play. Pois, justamente, para poder acompanhar e participar da revolução exponencial, o BB montou uma incubadora de projetos internos. Quaisquer funcionários do banco podem propor projetos, que em sendo aprovados, estas pessoas são trazidas para cá por um período de 3 meses para colocar a ideia em pé. Aqui, trabalham sem a hierarquia do Brasil e abrem a cabeça. Por aqui já passaram duas turmas.

Vilmar Grüttner, head da operação, um simpático catarinense e torcedor do Figuera resume bem: “no Brasil a gente tem que fazer um bolo. Tem camadas, leva tempo e quando fica pronto, a festa acabou. Aqui a gente faz cupcakes, são rápidos, gostosos e resolvem a festa”.

Outra empresa brasileira presente na Plug&Play é o Banco Original. O Original partiu para a disrupção do mercado bancário. Diga-se de passagem, o Brasil está muito à frente dos EUA em termos de tecnologia e procedimentos bancários. Surgido com capital do Grupo JF, o banco teve com seu primeiro presidente, o atual ministro Henrique Meirelles, e tem como objetivo ser um banco totalmente digital, ser um API, onde toda a TI está diretamente ligado ao presidente.

A tecnologia é o banco.


HYPERCUBES – O scanner da terra

Fundada em 2015, a HYPERCUBES está incubada dentro da Singularity University e está construindo a próxima geração de satélites de observação da Terra, habilitados por inteligência artificial.

Serão 80 satélites do tamanho de uma caixa de sapato, cada um deles cobrindo o planeta a cada 90 minutos, gerando 100TB de informações por passagem. Toda a informação será guardada nos satélites, ou seja, acima “da nuvem”. A informação que volta a Terra são as análises feitas pelo próprio dispositivo.

O que ele informa? Dados sobre vegetação, estágios de plantio, composição da terra, necessidade de adubagem, minerais presentes na superfície e na profundeza, presença de água, em suma: a HYPERCUBES informa online o que a terra pode e está produzindo e o que há para ser minerado.

Fábio Teixeira, o brasileiro fundador da empresa, montou ela na Singularity pois “em 2050 seremos 10 bilhões de pessoas, que nos impõe perguntas de como vamos nos alimentar, produzir energia, obter água limpa e assim por diante”.

Pois é, um grande brasileiro vai produzir estas respostas para o mundo.

 

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818 volta o Vale do Silício em missão para o IEE


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Entre 20 a 24 de Fevereiro, Ricardo Sondermann está levando um grupo de 15 membros do IEE (Instituto de Estudos Empresariais), incluindo o Presidente e diretores, para uma viagem de estudos e conhecimento à San Francisco e ao Vale do Silício. O objetivo da viagem é compreender o ambiente de negócios do Vale onde a liberdade de empreender tem gerado organizações de crescimento exponencial.

O roteiro vai possibilitar entender como surgiu este ambiente de negócios, a filosofia por trás da exponencialidade e como o setor público incentiva o setor privado através das visitas à Outsourcing Brazil, Consulado do Brasil, Camara de Comércio de San Francisco e SFYimby. Serão visitadas aceleradoras, incubadoras e parque tecnológicos, para compreender como se dá o financiamento nas diversas fases; investidor anjo, crowdfunding, semente e private equities (500 Startups, Plug&Play, Keating Consulting e Upstart). O grupo visitará empresas consolidadas (Github e Drumwave/Moebio) e participará de um pitching day de startups para investidores (Keiretsu Forum). Por fim, será realizada uma visita especial na Universidade de Stanford com um grupo da Adam Smith Society, para um colóquio de discussões liberais.

“Se já existe a máquina do tempo, ela é um vôo entre Porto Alegre e San Francisco”.

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Consultor da 818 conhece a Singularity University


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No segundo dia de viagem, Ricardo Sondermann realizou uma visita à SINGULARITY UNIVERSITY. Nos laboratórios, foram apresentados diversos projetos em andamento: em realidade virtual, com uso de impressoras 3D e até um BB8 em construção. Num papo com o cientista brasileiro, Fábio Teixeira, da HYPERCUBES, ele contou que em breve será lançado um satélite que vai escanear a terra e mapear nossas reservas minerais. O software é resultado de seu trabalho.

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Em seguida, Ricardo Sondermann e o grupo de visitantes foram recebidos por Lara Stein, diretora de Global Development da SU. Antes de lá, Lara foi responsável pela formatação do TEDx, quando deixou de ser um tipo de evento fixo para ser tornar uma franquia mundial. A SU está sediada na base da Força Áerea americana de Moffett Field, onde a NASA também tem instalações.

Na sequência,  o consultor da 818 esteve na empresa AIRBNB e sua incrível sede em San Francisco, com uma série de edifícios conectados onde trabalham 1.500 pessoas em ambientes que lembram alguns de seus milhões de opções de moradia em todo o mundo. O grupo foi guiado por Mike Jennings, CIO da empresa. A mensagem do CEO da empresa é “Pense grande. Eu quero ser ofendido por suas ideias. Afinal, fazemos pessoas dormir nas camas de outras”. Os ambientes, que infelizmente não foi possível fotografar, propõem um ambiente de trabalho intuitivo e criativo.

Por fim, o grupo foi na GITHUB, gigante de desenvolvimento colaborativo de softwares e códigos. Para os colegas desenvolvedores do grupo, foi uma visita às entranhas da Disneylândia. Os sorrisos nos rostos dos colegas foi comovente. Foram recebidos por Matt Chart, diretor de marketing. O mote é inovação – comunidade – ecosistema.

Hoje, Ricardo Sondermann terá reuniões no Google, além de outras empresas.

 

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Ricardo Sondermann viaja em missão ao Vale do Silício


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Durante os próximos 10 dias, entre 24 e 31 de agosto, Ricardo Sondermann estará representando a 818 em uma missão especial para San Francisco e Vale do Silício. O consultor da 818 terá uma agenda de visitas em startups, bancos de investimento da Califórnia, além de participar de um importante congresso da Singularity University. Na pauta, também, estão marcadas reuniões com as empresas Airbnb, Google e Github.

A viagem começou nesta quarta com uma palestra do Francisco Milagres, representante da Singularity no Brasil. A conversa foi com investidores e empreendedores de startups brasileiras com sede no Brasil e na California.

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Nos próximos dias, neste site, serão compartilhados os principais encontros de Ricardo Sondermann na capital mundial dos negócios exponenciais. O programa da visita pode ser acessado em: https://exponential.singularityu.org/summit/program/

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Workshop sobre moda no evento Open ESPM


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No dia 18 de maio, Ricardo Sondermann realizou um workshop no evento Open ESPM, intitulado Não basta criar moda, tem que vender: da ideia à loja, caminhos e desafios, para profissionais da área de moda. Com o objetivo de apresentar aos alunos e convidados da ESPM uma visão comercial e operacional para os desenvolvedores de moda, o curso tratou de estabelecer os passos para que uma coleção saia do desenho e encontre seu mercado. “Neste workshop, foi falado do day after, ou seja, pensada e criada a coleção, como fazer para que ela seja reconhecida, valorizada e consumida pelos clientes”, complementou Ricardo Sondermann. Basta criar? Basta ter bons tecidos? É suficiente o design das peças? Talvez sim, talvez não. Quem foi, viu que é preciso bem mais.

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818 apoia exposição no MARGS


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Entre os dias 20 de maio e 3 de julho, as Salas Negras do MARGS (Museu de Arte do Rio Grande do Sul), receberão a exposição Matriz, de Karen Axelrud. Com uma coletânea de quadros que exploram o preto e o branco em formas rigorosamente geométricas, a artista provoca o expectador para um observação lenta, pausada e intimista – um belo contraponto aos dias tão corridos que vivemos hoje em dia. A 818 está apoiando a exposição junto com o Café do Margs, a Arteplantas, a CMPC Celulose Rio Grandense e a AMARGS. A realização é do MARGS e do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

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818 faz imersão com cliente na Europa


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A construtora Maricler é um cliente do setor imobiliário da 818. A empresa vem fazendo projetos de pesquisa e diagnóstico para identificar quais mercado são oportunos para o desenvolvimento de produtos. Visando o lançamento de novos empreendimentos, o consultor da 818, Ricardo Sondermann, propôs uma viagem de imersão na Alemanha e Suíça para buscar referências estéticas e culturais. O roteiro da viagem ficou assim:

1º Dia 05/08 (QUA) – SÃO PAULO/FRANKFURT
2º Dia 06/08 (QUI) – FRANKFURT/MUNIQUE
3º Dia 07/08 (SEX) – MUNIQUE
4º Dia 08/08 (SAB) – MUNIQUE/SALZBURG
5º Dia 09/08 (DOM) –  SALZBURG/GARMISH
6º Dia 10/08 (SEG) – GARMISH/RAVENSBURG
7º Dia 11/08 (TER) – RAVENSBURG /ZURICH
8º Dia 12/08 (QUA) – ZURICH/LUZERN/STUTGARD
9º Dia 13/08 (QUI) –  STUTGARD
10º Dia 14/08 (SEX) – STUTGARD /ROTHENBURGH OBER TARB/ ROMANTIC STRASSE/ MUNIQUE
11º Dia 15/08 (QUA) – MUNIQUE/SÃO PAULO
12º Dia 16/08 (QUI) – SÃO PAULO/POA

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Mais um mestre em Comunicação Social


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Em banca realizada no dia 09 de julho, o consultor da 818, Rodrigo Valente, tornou-se mestre em Comunicação Social pela PUCRS. A pesquisa entitulada CLASH OF CLANS: análise do game design de um jogo gratuito, mas lucrativo para a economia de atenção foi aprovada com louvor, tendo como orientador o Prof. Dr. André Pase.

A pesquisa tem o objetivo de compreender as características dos games que podem estar associadas às necessidades da atual economia de atenção. Como objeto de estudo, foi escolhido um dos principais produtos da empresa finlandesa Supercell, chamado Clash of Clans. O jogo é um aplicativo gratuito, disponibilizado nas lojas virtuais da Apple Store e Google Play, para ser usado em tablets e smartphones. Desde 2012, ano em que foi lançado mundialmente, ocupa as primeiras posições em rentabilidade da categoria, considerando as plataformas móveis digitais.

Para atingir os objetivos da pesquisa, foi estudada a evolução dos meios de comunicação, desde a cultura de massa até a cultura da convergência. Considerando as tecnologias móveis de comunicação, foram identificados os valores para captar e reter a atenção dos públicos em um contexto de excesso de informação, mas também de muita dispersão. Nesse ensejo, foram observadas as características dos games, considerados um dos produtos culturais mais rentáveis na era do ciberespaço.

Para a análise do game Clash of Clans, foi utilizado um modelo de game design criado especialmente para a pesquisa para avaliar seus possíveis efeitos no gerenciamento de atenção. Nos aspectos metodológicos, foram identificadas as amostras do estudo e as categorias de análise, utilizando como tratamento de dados a descrição do gameplay e das imagens do jogo. Por fim, foram apresentados os resultados obtidos, que identificaram características convergentes entre os games e o atual contexto da comunicação, que podem tornar lucrativo o processo de captar e reter a atenção dos seus públicos.

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Consultor da 818 ministra três cursos de férias na ESPM


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Ricardo Sondermann ministro em julho três cursos de férias. O primeiro foi Fundamentos de Marketing, entre os dias 13 e 16 de julho. Na semana seguinte. Ricardo realizou o curso de Gestão de Varejo de Moda, fazendo um overview do mercado da moda, sob a perspectiva comercial. E nos dias 27, 28, 29 e 30 de julho, ministrou o curso de Marketing para o Mercado Imobiliário. Para Sondermann, “esta é uma excelente oportunidade para compartilhar conhecimentos, teorias e práticas, além de conhecer pessoas interessadas em se diferenciar no mercado”.